terça-feira, 2 de agosto de 2011

Inventando a vida


Invento palavras, degusto sentimentos saboreio o melhor da vida
neste mundo imperfeito. Se não fossem as flores do caminho, que
seria de mim? Por que os espinhos estão sempre ali esperando um
momento para ferir-me. Me afasto, me disfarço nas horas de perigo,
até a poeira baixar. Me abro como flor exalando o perfume,
neutralizando o cheiro da maldade revertendo em pensamentos bons
para a humanidade. Assim vou levando a vida de um jeito todo meu,
as vezes forte, as vezes fraca.

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