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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Uma fagulha


Me alimento de vida, sentimentos fortes, amor e paixão.
Vivo da escrita, das histórias e de sonhos completos ou
mal resolvidos, do que sou e do que vejo. Do que sinto
sofro e do que me alegro. Sou toda coração emoção
reprimida, sou a liberdade de um pássaro que voa sem
lugar certo para pousar. Não posso dizer que sou poeta
e que tenho obras primas, sou as vezes a rima ou um
pensamento simples, uma faísca que acende o fogo que
aquece minha alma nesta estrada de inspirações vagas,
eu posso dizer que sou uma fagulha.

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